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Organização

Primeiros 20 dias com a Giulia em casa

Hoje nossa pequena completa 20 dias de vida. Sou muito grata por tudo ter dado certo e ela ter nascido super bem e saudável. Quero agradecer todo carinho que recebi de vocês lá no Instagram. Muito bom saber que tem tanta gente torcendo pela nossa família. E apesar dela ter nascido com 37 semanas, Giulia ficou do meu lado o tempo todo, inclusive mamou logo que nasceu, isso me deixou imensamente feliz e realizada.

Desde lá estamos nos descobrindo, nos conhecendo e curtindo muito cada momento. Desde quando engravidei da Giulia, me dizem que a gente curte mais o segundo filho, afinal, não ficamos tão encanadas e preocupadas, e não é que é verdade?

Longe de achar que sei tudo sobre maternidade, mas sei que as coisas se ajeitam, que tudo melhora, e que essa fase deles assim, pequeninhos, dura muito pouco e quando vemos já estão engatinhando, andando e falando.

Cada fase é linda, com seus desafios, é verdade, mas também com muitos encantos. Por isso, sem pressa por aqui.

Uma coisa que estou fazendo diferente e que acho que tem feito muita diferença é tentar não controlar as coisas. Com o Valentin eu queria controlar tudo: horário de mamadas, quantidade de sono, etc. Queria que ele se encaixasse num padrão, e isso me fez muito mal.

Nos primeiros dias, principalmente, nem olhava pro relógio. Agora, aos pouquinhos estou tentando que ela fique mais tempo acordada durante o dia para dormir mais à noite. Esse tem sido o desafio por aqui. Ela dorme super bem durante o dia, e à noite mama e não prega o olho! Aí fico nanando, nanando, até que dorme. Ahh, sem falar nos gases né? Ela começou se contorcer há alguns dias e isso a deixa bem irritada, porque não consegue dormir direito… Mas tudo isso são coisas que passam com o tempo, é só ter paciência!

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Consumo consciente

Peças que valeram a pena comprar durante a gestação

Ahhh a gravidez… que fase peculiar na vida de uma mulher. E olha que eu posso falar isso com propriedade, já que estou grávida pelo segundo ano consecutivo, rs! Brincadeiras à parte, a verdade é que tudo muda. Os hormônios chegam chegando, nosso corpo muda numa velocidade impressionante, a gente fica mais sensível, enfim, são várias as mudanças que temos que conviver em menos de 9 meses.

Na minha primeira gravidez não queria comprar roupas específicas para grávidas, pensava ser besteira, já que usaria pouco. Acabei comprando poucas peças, e coisas mais baratinhas, já que não queria investir em nada que não usaria depois.

O que aconteceu foi que usei taaaaanto essas poucas peças que elas praticamente se desfizeram no final da gestação. Não podia mais nem olhar pra elas! Além do mais, no pós parto nosso corpo demora a voltar ao que era antes, e queremos usar roupas confortáveis. Pensando assim, se tivesse comprado peças de melhor qualidade, poderia continuá-las usando tranquilamente meses depois do nascimento.

Já nessa gestação resolvi comprar 2 calças de gestante (são da linha de maternidade da H&M) além de outra calça de moletom mais esportiva (da Nike). Foi a melhor coisa que fiz! Como minha barriga cresceu mesmo na época de frio estou usando demais essas calças. Assim me sinto confortável e as roupas não ficam esquisitas na minha barriga, já que aquela malha (da linha de maternidade) cobre e dá sustentação.

opções de looks charmosos e confortáveis

Outra peça que estou usando bastante é uma regata de algodão compridinha (da Uniqlo). São poucas as blusas que não ficam curtas pra mim agora (estou com 32 semanas). Hoje mesmo coloquei uma camiseta e ela ficou subindo, impossível ser feliz assim, hehe ;)

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Minimalismo Organização

O minimalismo e a vida com um bebê

Esse é um post que me pedem para escrever há muito tempo. Acho que desde que o Valentin nasceu me perguntam como funciona isso de ser (ou tentar ser) minimalista e ter um bebê. Porque, sim, ter um bebê em casa, muda toda a nossa vida, e comigo não foi diferente.

Tudo começa pelo meu tempo, que não é mais meu. Ele é medido de acordo com as necessidades do meu filho. Agora mesmo, enquanto eu escrevo esse texto, tive que parar porque ele veio me pedir colo. Queria o colinho da “mãma” pra dormir. <3

Lembro bem de quando ele tinha uns 2 meses e eu tinha tudo planejado para ir num evento de moda aqui da minha cidade. Daria mamá e o deixaria na minha mãe. Tudo certo e organizado. Eu só não contava que ele começasse a chorar sem motivos aparentes. Fiquei angustiada e foi impossível sair de casa. Desisti de ir no tal evento e fiquei com ele.

Se antes a gente se colocava em primeiro lugar, com um filho a gente vê as coisas por outra perspectiva. Tudo tem um peso menor comparado ao bem estar dele.

Por isso, hoje, 1 ano depois do nascimento do Valentin percebo que viver no caminho do minimalismo faz ainda mais sentido para a vida que quero viver e mostrar para ele.

Na prática, ter um bebê em casa tem me ajudado muito a minimizar as coisas. Principalmente agora que ele quer pegar tudo. Se por um lado a sala da estar tem brinquedos espalhados, por outro tem muito menos fios e aparelhos eletrônicos que ninguém sabia porque estavam ali.

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Bem Estar Consumo consciente

E quando a gente enjoa de tudo que tem no armário?

Escrevo diretamente da mesa da minha cozinha, com um olho no computador e outro no bebê, que no momento faz estripulias para escalar um móvel da sala… Certamente vou ter que parar 30 vezes para ver o que ele está fazendo e voltar ao meu raciocínio outras 30 vezes. Quem disse que seria fácil né?

O texto de hoje é mais um desabafo. Porque tem dias que mesmo depois de todo exercício de encontro com o estilo pessoal, depois de organizar o guarda-roupa com tudo aquilo que preciso, bate uma vontade de ousar um pouquinho. Faz dias que ando sentindo falta de me sentir linda sabe? Não confortável. Me sentir incrível numa roupa. Ou melhor, me sentir incrível e só. E vou contar pra vocês, grávida do segundo, com um bebê de quase um ano, isso não tem sido fácil.

Olho no espelho e não gosto do que vejo. Vejo um rosto que mesmo com maquiagem não me agrada. Um corpo que não é meu. Cabelos rebeldes que não se ajeitam mesmo depois de escova e chapinha. Não gosto de ser negativa e sei que tudo isso vai passar, mas não consigo não ser verdadeira. E é isso que estou sentindo no momento.

E analisando agora, vejo que devo estar sentindo isso sobre o meu guarda-roupa – essa vontade de ousar e de comprar roupas novas – porque não estou bem comigo mesma.

A gente acaba buscando fora aquilo que está faltando aqui, dentro da gente.

E até não nos sentirmos bem de novo, nada vai adiantar comprar roupas novas, porque o motivo da insatisfação está muito além de um pedaço de pano com um tecido lindo e um corte fabuloso.

Sei que tudo isso vai passar, é só uma fase. Que essa inquietude não ofusque os momentos simples, mas preciosos, perto do meu filho. Que aliás, não está nem aí se meu cabelo está frisado, rebelde ou com uma escova impecável :)

Organização

Checklist para viagem com bebê

Oi :) Tudo bem com vocês? Quem me acompanha no Instagram viu que voltei de mais uma viagem, dessa vez pra Califórnia e mais uma vez levamos o Valentin junto com a gente. Ele está com 10 meses e meio e vou ter que confessar, não foi fácil.

Ele é um bebê saudável e por isso bem ativo, como todo bebê deve ser, diga-se de passagem. Por isso e por tudo que envolve viajar com um bebê você tem que estar bem disposta porque descansar não vai ser o objetivo da viagem! E como além do mais, eu estou grávida, as coisas ficaram um pouco mais complicadas porque não pude ajudar a carregar malas, não conseguia ficar segurando ele por muito tempo, enfim, o papai ficou um pouco sobrecarregado.

Mas uma coisa é fato. Quanto menos coisas a gente conseguir levar, mais tranquila vai ser a viagem. O porém é que com bebê, viajar leve é praticamente impossível!

Pensando nisso, fiz esse checklist. Em cada categoria explico o porquê é ou não necessário, dependendo do tipo de viagem. Espero que seja útil :)

  • Roupas e acessórios:

Primeira coisa é verificar qual vai ser o clima que estará no destino. Depois disso, separo as roupas por categorias: pijamas, meias, calças, bodies de manga comprida, bodies de manga curta, camisetas de manga comprida, camisetas de manga curta, moletom (sempre é bom levar pelo menos um, caso esfrie), jaqueta mais quentinha (se estiver frio).

Sobre a quantidade: Conto mais ou menos 6 itens de cada – pensando se tem a possibilidade de lavar roupa no destino. Se não vai lavar, separe um pouco mais, dependendo de quantos dias vai ficar fora.

Fraldas: Faço uma conta de mais ou menos 6 trocas por dia. Sempre sobra bastante fralda.

Sapatos: Valentin ainda não caminha, então levo 1 tênis e 1 pantufa para ficar em casa.

Paninhos de boca: Levo 1 por dia. Valentin tá numa fase que baba bastante (começaram a nascer os dentinhos) e ajuda quando estamos dando comida e não tem guardanapo ou papel toalha por perto. Ah, uma dica. Quando chegamos no destino, sempre paramos numa farmácia e compramos rolo de papel toalha pra limpar bagunça e detergente para lavar as mamadeiras.

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Organização

Viajando (de avião) com bebê: o voo, hospedagem, alimentação, rotina

Cá estou eu. Depois de duas semanas intensas de férias, grávida, com um bebê de 8 meses e meio e um marido doentinho – consequência de um voo de volta cancelado e quase 2 dias sem dormir direito. Não há imunidade que resista. E como prometi que faria um post sobre viagem com bebês, resolvi começá-lo assim: de maneira bem realista.

Já estamos na nossa segunda viagem internacional com o Valentin. A primeira foi para Portugal, quando ele estava completando 5 meses e agora fomos para o Sul dos Estados Unidos no dia em que ele completou 8 meses. Bebê de sorte. Em menos de 1 ano, dois carimbos no passaporte!

Valentin, feliz entre os carvalhos, em Savannah, na Georgia (fevereiro de 2017)

Desde que engravidei sabia que continuaríamos viajando, e com ele. Fomos bem ousados, digamos assim. Quando estava com 5 meses de gravidez compramos uma passagem para Portugal para quando ele estive numa fase – que imaginávamos ser boa pra viajar com ele. E realmente foi. Aliás, foi bem mais fácil do que esta, com 8 meses – já engatinhando e comendo comidas salgadas.

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Bem Estar

E o novo ano chegou, com novidades

Quem me segue no instagram (@natigrazziotin) viu que semana passada contei uma novidade, daquelas que mudam a vida da gente.

No dia primeiro de janeiro, estava na praia com minha família, quando pedi pro marido ir até a farmácia. Fazia alguns dias que estava me sentindo enjoada. Como estava muito quente, pensei que pudesse ser do calor, uma virose, talvez.

Aquele mal estar não passava. Comentei com minha mãe, que perguntou: – filha, será que você não está grávida? Eu respondi: – Não mãe, imagina, não pode ser, esse mês fizemos só uma vez! – quem tem bebês sabe que a situação nesse setor fica “meio” prejudicada mesmo.

Fui aguentando o enjoo, até que no dia primeiro pedi pro marido ir à farmácia comprar um remédio para enjoo – e um teste de gravidez, porque, vai saber né? Falei que iria deitar um pouco – estava muito cansada – e quando ele chegasse era pra ir direto pro quarto. Enquanto isso, Valentin ficava com as vovós – que maravilha ter a família por perto!

Lucas chegou, foi para o quarto e lá fui eu fazer xixi para o teste de gravidez. Estava bem desacreditada. Não poderia ser, mas não queria tomar nenhum medicamento antes de ter certeza. Fiz xixi no potinho e entreguei pra ele. Fui deitar. Tinha mais alguns minutinhos antes de descermos pra almoçar. Só não imaginava que nesses minutinhos minha vida viraria de ponta cabeça, de novo!

Nunca vou esquecer da cara que ele me olhou quando viu aquelas duas listinhas. Ele olhava pra elas e olhava as instruções da caixinha, não acreditando também.

Minha primeira reação foi de preocupação com o Valentin. Na hora pensei que não iria poder dar toda atenção a ele. Que não teria disposição pra cuidar de um bebê de 6 meses e meio aprendendo a engatinhar enquanto estivesse no primeiro trimestre de gestação. Mas a gente consegue. Mãe tira forças não sei da onde, mas consegue.

Bem, depois fomos contar pra família – não conseguiria passar por tudo isso sem contar pra eles. Todo mundo nos parabenizou e eu ainda não entendia nada… A ficha não caia. Nunca pensei que isso aconteceria comigo. Claro, não me cuidei, não estava tomando anticoncepcional (não posso por conta da trombofilia) e ainda não tinha certeza sobre colocar o DIU. Aconteceu. Tinha que acontecer. A vida sempre encontra um meio, li isso por aí. Depois que fui contando, as pessoas diziam que a mulher fica muito mais fértil logo depois de ter filhos. Pois é, eu sou a prova viva que é verdade. Portanto, mamães que não querem ter filhos logo de cara, se cuidem!

O primeiro trimestre foi bem chato. Tive enjoos (ainda tenho de vez em quando), tive muito sono (sorte que Valentin tira 2 sonecas longas durante o dia e eu dormia com ele, hehe) e zero disposição pra fazer nada. Nesse meio tempo Valentin aprendeu a engatinhar e eu me vi mais cansada ainda. Agora estou com 15 semanas de gestação, já fizemos o primeiro morfológico e vimos que está tudo bem com a nossa menininha! A médica não deu 100% de certeza, mas é quase certo que é uma menina! Ficamos muito felizes, mas confesso que a ficha ainda não caiu. Acho que só vai cair de verdade quando eu começar a sentir ela se mexendo.

Comecei a ler sobre irmãos de idades próximas e a ideia vai me agradando cada vez mais. Na verdade, a gente não queria esperar muito para engravidar de novo. Queria esperar o Valentin completar 1 ano pra começar a tentar. Foi um pouco antes, hehe. Eles vão ter 1 ano e 2 meses de diferença. Vai ter uma fase mais difícil, eu sei, mas a gente dá conta. Afinal, mãe é mãe, e sempre dá, não é mesmo?

Bem Estar

Tudo depende do jeito que a gente olha

Ando pensando bastante nisso ultimamente. Se não estamos bem com a gente mesmo não importa o quão incrível seja nossa vida, a gente nunca vai estar satisfeito. Você pode ter conquistado aquilo que sempre sonhou, se não está de bem com você, nada parece em ordem, e o sentimento de frustração estará sempre presente.

Aos olhos dos outros sua vida pode parecer perfeita, mas existirá sempre um “mas”. Acontece que quando estamos de bem com a gente a vida não precisa ser perfeita. Você consegue ver beleza até em coisas onde aparentemente não há. Quem está de bem tem um brilho no olhar, mesmo quando está passando por adversidades. Até porque, quem não passa por isso quase todos os dias?

Mas estar de bem com si mesmo não é tão fácil. É preciso saber olhar com gentileza pra tudo ao seu redor. Saber que tudo passa nessa vida, as coisas boas e as ruins. Nada é permanente. Por isso mesmo é tão importante aproveitar cada segundinho da nossa existência aqui. Curtir cada momento feliz e saber que os tristes e difíceis vão trazer aprendizado. Vão fazer a gente crescer como ser humano.

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Organização

Minha nova rotina com um bebê

É certo que a rotina de qualquer mulher muda depois da chegada de um bebê. São tantas novidades que temos que dar tempo ao tempo pra tudo começar a entrar nos eixos novamente. O início não é nada fácil e pra quem já tinha uma rotina (e gostava dela rs!) é difícil se adaptar a uma nova vida sem saber a que horas vai acordar – e pior, se vai dormir à noite!

Valentin já está com 11 semanas e hoje, depois de vários percalços no caminho, consigo entender melhor a nossa rotina e assim ficar mais segura. Hoje já tenho até horário fixo para fazer as unhas, olha só que evolução! ;)

Agosto foi um mês de tentativas (de erros e de acertos) aqui em casa. Minha cabeça ficou 100% nele, afinal ele estava precisando 100% de mim. Depois de mais de um mês só amamentando no peito comecei a notar uma mudança no sono dele, sem contar que ele andava cada vez mais chorão. Ele não era assim. Dava mama e na hora de arrotar, ele acabava vomitando. E depois disso, começava a chorar. O que me levou a pensar que ele estava com refluxo e que o vômito que voltava, queimava no caminho. Depois de muita insistência minha (não aguentava ver ele chorando daquele jeito) o pediatra receitou dois medicamentos: Motilium (para conter os vômitos) e Label (para a azia, queimação). Resultado: os vômitos melhoraram, mas a inquietude e os choros, não. A gota d’água foi na semana passada, que ele não dormia de jeito nenhum e chorava sem parar! Fiquei com ele no peito o tempo inteiro, pensando que ele pudesse estar sentindo alguma dor. Foi aí que meu marido, vendo o meu desespero no final do dia, sugeriu que a gente tentasse dar uma mamadeira, que talvez meu leite não estivesse sendo suficiente pra ele. Fiquei triste, mas no desespero, dei. Gente, o coitadinho tomou tudo numa força! E depois, dormiu como um anjinho. O que nos levou a entender que ele tinha fome! Não gosto nem de pensar nisso, mas agora já me sinto melhor até pra compartilhar isso com vocês aqui. Superei, sabe? O engraçado é que só com o peito ele ganhou bastante peso no último mês: 1,200kg. Mas pelo visto ele é gulosinho e só o mama da mamãe não enche a barriguinha dele rs!
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Bem Estar

Sobre doação

Tava conversando com umas amigas esses dias. Talvez a maternidade seja tão desafiadora porque tem muito a ver com doação. Em não pensar em si em primeiro lugar. Em primeiro pensar no outro – nos filhos – e depois na gente. E isso cansa, nos deixa exaustas já que não estamos acostumadas a isso. É ou não é?

Claro que tudo no início é mais intenso, mas desde que me tornei mãe não consegui fazer minhas unhas e meus cabelos estão quase sempre presos. Minhas roupas se resumem a pijamas ou no máximo um calça de moletom. Para escrever aqui pro blog a coisa fica ainda mais complicada, já que preciso estar tranquila para escrever e momentos de tranquilidade surgem quando o bebê está dormindo, e aí aproveito para tomar banho (como um bom banho se tornou essencial depois que ele nasceu!), comer, relaxar um pouco com o marido ou resolver alguma pendência.

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Armário-cápsula

Maternidade: Peças práticas para amamentar

Nada de grandes produções, a ideia de look ideal para uma mãe que acabou de ganhar um bebê é o conforto e mais do que isso, a praticidade para amamentar. Até porque ficamos a maior parte do tempo – se não todo o tempo – em casa, não é?

Pensando nisso, resolvi escrever esse post. Sei que muitas mamães estão em busca de dicas de como se vestir de forma eficiente para ficar em casa cuidando e principalmente amamentando um bebê. Afinal, eles exigem nossa atenção pelo menos a cada 3 horas, por isso ter peças que deixem essa tarefa menos desgastante, ajuda e muito.

E por mais que a vontade seja de usar pijamas all day long, o ato de colocar uma roupa aumenta a nossa autoestima e reduz o risco de ficarmos tristinhas. Precisamos cuidar da gente também, né?

A boa notícia é que não precisa ter muitas peças não. O melhor é ter poucos itens e que combinem entre si. Assim você não perde tempo pensando nisso.

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