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Consumo consciente

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E quando a gente enjoa de tudo que tem no armário?

Escrevo diretamente da mesa da minha cozinha, com um olho no computador e outro no bebê, que no momento faz estripulias para escalar um móvel da sala… Certamente vou ter que parar 30 vezes para ver o que ele está fazendo e voltar ao meu raciocínio outras 30 vezes. Quem disse que seria fácil né?

O texto de hoje é mais um desabafo. Porque tem dias que mesmo depois de todo exercício de encontro com o estilo pessoal, depois de organizar o guarda-roupa com tudo aquilo que preciso, bate uma vontade de ousar um pouquinho. Faz dias que ando sentindo falta de me sentir linda sabe? Não confortável. Me sentir incrível numa roupa. Ou melhor, me sentir incrível e só. E vou contar pra vocês, grávida do segundo, com um bebê de quase um ano, isso não tem sido fácil.

Olho no espelho e não gosto do que vejo. Vejo um rosto que mesmo com maquiagem não me agrada. Um corpo que não é meu. Cabelos rebeldes que não se ajeitam mesmo depois de escova e chapinha. Não gosto de ser negativa e sei que tudo isso vai passar, mas não consigo não ser verdadeira. E é isso que estou sentindo no momento.

E analisando agora, vejo que devo estar sentindo isso sobre o meu guarda-roupa – essa vontade de ousar e de comprar roupas novas – porque não estou bem comigo mesma.

A gente acaba buscando fora aquilo que está faltando aqui, dentro da gente.

E até não nos sentirmos bem de novo, nada vai adiantar comprar roupas novas, porque o motivo da insatisfação está muito além de um pedaço de pano com um tecido lindo e um corte fabuloso.

Sei que tudo isso vai passar, é só uma fase. Que essa inquietude não ofusque os momentos simples, mas preciosos, perto do meu filho. Que aliás, não está nem aí se meu cabelo está frisado, rebelde ou com uma escova impecável :)

Consumo consciente

Como consumir consciente?

Quando comecei a me interessar por ter um guarda-roupa conciso, me deparei naturalmente com o consumo consciente. Porque né, eu queria fazer compras mais inteligentes, queria entender o que realmente gosto e o que uso pra fazer valer a pena o meu rico “dinheirinho” investido. E essa mentalidade me levou a querer saber sobre a exploração de mão de obra envolvida na cadeia do consumo e na sustentabilidade.

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Consumo consciente

Compras x culpa

No grupo sobre armário-cápsula que participo no Facebook e também conversando com minhas amigas percebo o quanto o ato de comprar constantemente vem ligado à culpa. Posso falar por mim. Por mais que eu esteja mais consciente sobre as minhas escolhas sempre que compro alguma coisa fico pensando se realmente precisava, se vou usar de verdade, se valeu a pena investir meu tempo e meu dinheiro naquilo e acabo me culpando.

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Armário-cápsula Consumo consciente

Gravidez e as compras

Fico feliz por ter descoberto o armário-cápsula antes de engravidar. Me conhecendo como me conheço, se eu não estivesse mais consciente com relação a minhas roupas e ao consumo, eu já teria feito várias compras impensadas sob o pretexto de estar grávida e PRECISAR disso e daquilo.

Claro que eventualmente vou ter que comprar algumas coisas. Uma calça apropriada para gestante, por exemplo. Daqui a pouco o friozinho dá às caras e eu vou precisar cobrir as pernocas, mas por enquanto estou me virando bem entre shorts e vestidos. Eu ainda tenho uma calça que serve na cintura, mas não fica tão confortável ;)

Ainda consigo usar a maioria das minhas roupas, engordei pouco até agora (hoje me pesei no consultório e ganhei só 2,7 kg desde o início da gravidez) e sempre gostei de roupas mais soltinhas, mas sei que daqui a pouco vai ficar mais complicado. Mas a diferença está exatamente aqui: vou comprar QUANDO for necessário, não caso eu precise, deu pra entender?

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Consumo consciente

Porque a gente compra?

Outro dia estava fazendo uma limpa quando encontrei minha agenda de 2014. 2014 foi um ano bem importante pra mim. Foi o ano em que realizei algo que nunca tinha imaginado. O ano que fiz o meu intercâmbio para o Canadá. Sim, com 28 anos e já casada. Lógico que fui dar uma olhada no que tinha por ali ;)

Quando estava em Vancouver anotava frequentemente o que tinha feito, pra não esquecer, sabe como é. Escrevia com quem eu saia, quem conhecia (porque né, quando estamos vivendo em outro país, sozinha, você conhece gente nova quase todos os dias). Foi muito legal reler as minhas anotações. E lendo uma em especial pensei que renderia assunto aqui pro blog.

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Consumo consciente Minimalismo

Ter menos é relativo

Porque o que é essencial para mim pode não ser essencial para você. Quando a gente fala em minimalismo não existe receita de bolo. Não há um número x de coisas que eu devo ter para ser considerado minimalista. O minimalismo tem mais a ver com consciência e prioridades. De que forma você se relaciona com os seus pertences e as coisas ao seu redor.

O ideal é que tudo que você possua tenha um propósito definido. Dizer não ao acúmulo não significa se livrar de tudo e ter uma casa asséptica e sem graça. A gente deve ter aquilo que faz sentido para a nossa vida e nos traz alegria. E aquilo que não, deixar ir embora. Simples assim.

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Consumo consciente

Os erros que cometemos ao fazer compras

Outro dia uma menina do grupo que participo no Facebook sobre armário-cápsula perguntou quais eram os nossos erros mais frequentes na hora de fazer compras. Para ela, era comprar sem experimentar. Várias meninas responderam, com vários outros “erros fatais”, aquelas atitudes equivocadas que cometemos na hora de decidir levar uma peça de roupa pra casa.

Pensa comigo. Você está numa loja olhando as araras – como quem não quer nada. Qual é a seu comportamento típico? Fica animada, olha tudo, seleciona aquilo que ama e leva pro provador? Ou é daquelas que não gosta de experimentar, olha o tamanho, dá uma olhadinha no espelho da loja mesmo, e vai pro caixa?

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