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12 sinais de que é hora de uma desintoxicação mental

Assino algumas newsletters muito bacanas. Uma delas é de um blog gringo chamado The Blissful mind, da querida Catherine. Sempre deixo para ler nos finais de semana – gosto porque tenho mais tempo para me concentrar e absorver melhor as informações – e hoje me deparei com uma lista de sinais de que é hora de fazer uma desintoxicação mental.

Achei bem pertinente, porque sempre ouvimos falar que estamos ligados no 220v, que precisamos desconectar… mas lendo esses sinais percebo o quanto – de verdade – precisamos fazer uma pausa e deixar a nossa mente respirar.

A seguir, a lista traduzida dos 12 sinais de que você precisa de uma faxina mental:

1. Você  se sente constantemente sobrecarregado.

2. Você raramente termina uma tarefa antes de passar para a próxima.

3. Você tem várias abas abertas em seu navegador com posts e artigos para ler.

4. Você sente que seus pensamentos se movem mais rápido do que você pode acompanhar.

5. Você se sente mentalmente drenado.

6. Você passa a maior parte do tempo nas redes sociais.

7. Você se sente mal com você ou com o mundo depois de ler as atualizações de status de outras pessoas.

8. Você constantemente diz a si mesmo que deve fazer coisas porque outras pessoas estão fazendo.

9. Você não consegue lembrar o que comeu no almoço ontem.

10. Você tem planos de ser produtivo após o trabalho, mas gasta tudo em mídias sociais.

11. Você não tem um meio para compartilhar o que aprendeu a cada dia.

12. Você tem um milhão de idéias, mas nunca persegue nenhuma delas.

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Bem Estar Consumo consciente

E quando a gente enjoa de tudo que tem no armário?

Escrevo diretamente da mesa da minha cozinha, com um olho no computador e outro no bebê, que no momento faz estripulias para escalar um móvel da sala… Certamente vou ter que parar 30 vezes para ver o que ele está fazendo e voltar ao meu raciocínio outras 30 vezes. Quem disse que seria fácil né?

O texto de hoje é mais um desabafo. Porque tem dias que mesmo depois de todo exercício de encontro com o estilo pessoal, depois de organizar o guarda-roupa com tudo aquilo que preciso, bate uma vontade de ousar um pouquinho. Faz dias que ando sentindo falta de me sentir linda sabe? Não confortável. Me sentir incrível numa roupa. Ou melhor, me sentir incrível e só. E vou contar pra vocês, grávida do segundo, com um bebê de quase um ano, isso não tem sido fácil.

Olho no espelho e não gosto do que vejo. Vejo um rosto que mesmo com maquiagem não me agrada. Um corpo que não é meu. Cabelos rebeldes que não se ajeitam mesmo depois de escova e chapinha. Não gosto de ser negativa e sei que tudo isso vai passar, mas não consigo não ser verdadeira. E é isso que estou sentindo no momento.

E analisando agora, vejo que devo estar sentindo isso sobre o meu guarda-roupa – essa vontade de ousar e de comprar roupas novas – porque não estou bem comigo mesma.

A gente acaba buscando fora aquilo que está faltando aqui, dentro da gente.

E até não nos sentirmos bem de novo, nada vai adiantar comprar roupas novas, porque o motivo da insatisfação está muito além de um pedaço de pano com um tecido lindo e um corte fabuloso.

Sei que tudo isso vai passar, é só uma fase. Que essa inquietude não ofusque os momentos simples, mas preciosos, perto do meu filho. Que aliás, não está nem aí se meu cabelo está frisado, rebelde ou com uma escova impecável :)

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E o novo ano chegou, com novidades

Quem me segue no instagram (@natigrazziotin) viu que semana passada contei uma novidade, daquelas que mudam a vida da gente.

No dia primeiro de janeiro, estava na praia com minha família, quando pedi pro marido ir até a farmácia. Fazia alguns dias que estava me sentindo enjoada. Como estava muito quente, pensei que pudesse ser do calor, uma virose, talvez.

Aquele mal estar não passava. Comentei com minha mãe, que perguntou: – filha, será que você não está grávida? Eu respondi: – Não mãe, imagina, não pode ser, esse mês fizemos só uma vez! – quem tem bebês sabe que a situação nesse setor fica “meio” prejudicada mesmo.

Fui aguentando o enjoo, até que no dia primeiro pedi pro marido ir à farmácia comprar um remédio para enjoo – e um teste de gravidez, porque, vai saber né? Falei que iria deitar um pouco – estava muito cansada – e quando ele chegasse era pra ir direto pro quarto. Enquanto isso, Valentin ficava com as vovós – que maravilha ter a família por perto!

Lucas chegou, foi para o quarto e lá fui eu fazer xixi para o teste de gravidez. Estava bem desacreditada. Não poderia ser, mas não queria tomar nenhum medicamento antes de ter certeza. Fiz xixi no potinho e entreguei pra ele. Fui deitar. Tinha mais alguns minutinhos antes de descermos pra almoçar. Só não imaginava que nesses minutinhos minha vida viraria de ponta cabeça, de novo!

Nunca vou esquecer da cara que ele me olhou quando viu aquelas duas listinhas. Ele olhava pra elas e olhava as instruções da caixinha, não acreditando também.

Minha primeira reação foi de preocupação com o Valentin. Na hora pensei que não iria poder dar toda atenção a ele. Que não teria disposição pra cuidar de um bebê de 6 meses e meio aprendendo a engatinhar enquanto estivesse no primeiro trimestre de gestação. Mas a gente consegue. Mãe tira forças não sei da onde, mas consegue.

Bem, depois fomos contar pra família – não conseguiria passar por tudo isso sem contar pra eles. Todo mundo nos parabenizou e eu ainda não entendia nada… A ficha não caia. Nunca pensei que isso aconteceria comigo. Claro, não me cuidei, não estava tomando anticoncepcional (não posso por conta da trombofilia) e ainda não tinha certeza sobre colocar o DIU. Aconteceu. Tinha que acontecer. A vida sempre encontra um meio, li isso por aí. Depois que fui contando, as pessoas diziam que a mulher fica muito mais fértil logo depois de ter filhos. Pois é, eu sou a prova viva que é verdade. Portanto, mamães que não querem ter filhos logo de cara, se cuidem!

O primeiro trimestre foi bem chato. Tive enjoos (ainda tenho de vez em quando), tive muito sono (sorte que Valentin tira 2 sonecas longas durante o dia e eu dormia com ele, hehe) e zero disposição pra fazer nada. Nesse meio tempo Valentin aprendeu a engatinhar e eu me vi mais cansada ainda. Agora estou com 15 semanas de gestação, já fizemos o primeiro morfológico e vimos que está tudo bem com a nossa menininha! A médica não deu 100% de certeza, mas é quase certo que é uma menina! Ficamos muito felizes, mas confesso que a ficha ainda não caiu. Acho que só vai cair de verdade quando eu começar a sentir ela se mexendo.

Comecei a ler sobre irmãos de idades próximas e a ideia vai me agradando cada vez mais. Na verdade, a gente não queria esperar muito para engravidar de novo. Queria esperar o Valentin completar 1 ano pra começar a tentar. Foi um pouco antes, hehe. Eles vão ter 1 ano e 2 meses de diferença. Vai ter uma fase mais difícil, eu sei, mas a gente dá conta. Afinal, mãe é mãe, e sempre dá, não é mesmo?

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Como andam as coisas por aqui: rotina, dieta, armário

Olá gente. Preciso contar como andam as coisas por aqui. Desde que comecei o blog, esse foi o período mais longo que passei sem escrever. Fui vivendo dia a dia e deixando o blog de lado. Lembra que falei sobre prioridades? Pois é. O momento era de dedicação total ao meu pequeno. Era não, é. Mas percebo que já posso – e preciso – ir voltando a dar espaço para as minhas coisas. E já estou fazendo, aos poucos, sem pressa, nem cobranças.

Esses dias, quando entrei pra ver se tinha algum comentário, me surpreendi com várias mensagens de meninas pedindo para que eu voltasse a escrever, me agradecendo pelos textos, me contando sobre seus armários – e suas vidas. Sou muito grata por ter leitores tão queridos como vocês. Obrigada, de coração.

Valentin já está com 6 meses e pode parecer clichê, mas é a maior verdade, o tempo passa depressa demais. Os dias intermináveis dos primeiros meses ficaram para trás. Agora ele está numa fase muito gostosa, se comunicando com todos, querendo conversar, já senta, se envolve com os brinquedos por mais tempo, briga quando não está gostando, dá gritinhos de alegria. Estou muito feliz com ele. É um bebê muito querido.

Sobre a minha rotina. Consigo sair de casa com mais frequência – e por mais tempo, sem ficar pensando nele o tempo todo! – e a rotina já voltou a se estabelecer. Desde os três meses e meio, Valentin dorme a noite toda, e isso faz uma diferença enorme na minha vida. Se não durmo bem fico mal humorada e super desconcentrada. Então podem imaginar minha alegria quando ele passou a ir direto das 20h às 6h30? Obrigada, filho. rs!

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A felicidade está no processo, não no resultado

Quando pensamos em felicidade geralmente a relacionamos a um objetivo, certo? A gente pensa que SE conseguirmos aquele emprego, seremos felizes. Que se comprarmos aquele carro, seremos felizes. Que se casarmos com aquele cara, seremos felizes. Que se tivermos dois filhos, seremos felizes. Que se emagrecermos 5 quilos, seremos felizes.

Todo mundo deseja que a felicidade faça parte da sua vida. Porém, a nossa ideia de como conquistar a felicidade pode estar equivocada. Isso porque seguimos a mentalidade de que para sermos felizes dependemos de algo. Não é assim?

A gente coloca o motivo da nossa felicidade em coisas que podem não dar certo, e que muitas vezes nem dependem só da gente. Mas, mais importante que isso, colocamos a nossa felicidade no resultado.

Quando o ideal seria focar no resultado, sim. Mas ir sendo feliz no caminho que levará, ou não, à ele. Dessa forma temos muito mais chances de termos momentos felizes durante a vida. Muito melhor do que esperar ser feliz só quando atingir tal objetivo, não é mesmo?

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Tudo depende do jeito que a gente olha

Ando pensando bastante nisso ultimamente. Se não estamos bem com a gente mesmo não importa o quão incrível seja nossa vida, a gente nunca vai estar satisfeito. Você pode ter conquistado aquilo que sempre sonhou, se não está de bem com você, nada parece em ordem, e o sentimento de frustração estará sempre presente.

Aos olhos dos outros sua vida pode parecer perfeita, mas existirá sempre um “mas”. Acontece que quando estamos de bem com a gente a vida não precisa ser perfeita. Você consegue ver beleza até em coisas onde aparentemente não há. Quem está de bem tem um brilho no olhar, mesmo quando está passando por adversidades. Até porque, quem não passa por isso quase todos os dias?

Mas estar de bem com si mesmo não é tão fácil. É preciso saber olhar com gentileza pra tudo ao seu redor. Saber que tudo passa nessa vida, as coisas boas e as ruins. Nada é permanente. Por isso mesmo é tão importante aproveitar cada segundinho da nossa existência aqui. Curtir cada momento feliz e saber que os tristes e difíceis vão trazer aprendizado. Vão fazer a gente crescer como ser humano.

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4 caminhos para se manter inspirado

Mesmo que você não tenha um trabalho necessariamente ligado com a criatividade, se manter inspirado é super importante pra conseguir manter a rotina em harmonia. Mas ter inspiração com a vida toda bagunçada não é das tarefas mais fáceis. Por isso o equilíbrio é tão importante na nossa vida.

Quando a gente está inspirado tudo flui melhor. No trabalho temos uma ideia boa, conseguimos organizar a casa com mais foco, nos relacionamos melhor com as pessoas a nossa volta porque estamos de bem com a gente mesmo, resolvemos os problemas do dia a dia com muito mais entusiasmo, e no final, quando tudo estiver resolvido, temos aquela sensação gostosa de dever cumprido.

Não tendo dúvidas de como a inspiração é essencial para o nosso bem estar, resolvi pesquisar quais os caminhos podemos seguir para se manter inspirado. Aqueles exercícios diários que só fazem bem e deixam a rotina mais leve.

1. Cuide da sua saúde. Parece óbvio, mas muitas vezes esquecemos que dormir bem, ter uma alimentação equilibrada, beber água e se exercitar é essencial pra nos mantermos mais dispostos, e consequentemente, mais inspirados. Beber um copo de água toda a manhã proporciona uma sensação de limpeza. Fazer exercícios com regularidade faz bem pro corpo e pra mente. Tente manter uma rotina, e não espere que a vontade apareça, vá sem vontade mesmo, tenha certeza que a sensação depois do exercício vai ser gratificante. E sempre que estiver meio sem foco, pare e tome um copo d’água. Sinta o líquido entrando e limpando tudo, a sensação é de recomeço, sabe?

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Sobre doação

Tava conversando com umas amigas esses dias. Talvez a maternidade seja tão desafiadora porque tem muito a ver com doação. Em não pensar em si em primeiro lugar. Em primeiro pensar no outro – nos filhos – e depois na gente. E isso cansa, nos deixa exaustas já que não estamos acostumadas a isso. É ou não é?

Claro que tudo no início é mais intenso, mas desde que me tornei mãe não consegui fazer minhas unhas e meus cabelos estão quase sempre presos. Minhas roupas se resumem a pijamas ou no máximo um calça de moletom. Para escrever aqui pro blog a coisa fica ainda mais complicada, já que preciso estar tranquila para escrever e momentos de tranquilidade surgem quando o bebê está dormindo, e aí aproveito para tomar banho (como um bom banho se tornou essencial depois que ele nasceu!), comer, relaxar um pouco com o marido ou resolver alguma pendência.

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Os primeiros desafios da maternidade

Começo esse post dizendo que nada nos prepara para a maternidade. Estou em casa, lugar de onde praticamente não saí em quase duas semanas, desde que o Valentin nasceu, com a cabeça cheia de dúvidas, angústias e um constante nó na garganta.

Nos primeiros dias em casa tivemos ajuda da minha mãe e da minha sogra, e além delas tenho uma funcionária que cuida da casa e da comida, o que ajuda e muito. Fico pensando como outras mães conseguem sem essa ajuda? Além de todos os cuidados com o bebê ainda ter que limpar a casa e fazer almoço?

Confesso que até tinha uma ideia de que seria difícil, mas não imaginei o quanto. O desgaste não é só físico, é mental. Isso porque a gente chega no hospital achando que já ama o filho que está na barriga, mas sai de lá diferente, amando incondicionalmente um serzinho que até poucos dias atrás nem conhecíamos, e que vira nossa rotina de cabeça pra baixo.

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Sobre mudanças

Depois de mais de um mês sem escrever, eis que surjo novamente! Não vou negar que, durante a gravidez, muita coisa mudou na minha vida e o corpo foi só uma delas. Ando com a cabeça longe e no mês de abril resolvi várias coisas que estavam na minha check list para a chegada do Valentin.

Duas das mais importantes eram o chá de bebê e o quartinho – fiz a pintura das paredes, a laca do berço, encomendei a poltrona, a luminária e os móveis estão pra chegar essa semana. (:

Com tanta novidade, tantas mudanças, a minha rotina anda bem atrapalhada. Não estou conseguindo focar para escrever, parei de meditar, o meu sono anda desregrado. A minha impressão é que estou resolvendo o que aparece na minha frente – o foco mandou lembranças. Mas por mais que não me sinta satisfeita por isso, não tô me cobrando muito. Sei que estou passando por uma fase diferente e, poxa, me cobrar só vai piorar as coisas.

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5 dicas para uma boa noite de sono

Quem nunca teve uma noite mal dormida? Acordar no meio da noite pra ir ao banheiro e não conseguir mais pregar o olho? Ou pior ainda, deitar e por mais que o cansaço esteja ali, sono que é bom, nada.

Não é segredo pra ninguém que ter uma boa noite de sono influencia demais na forma como você vai encarar o dia. Conseguir relaxar e dormir profundamente é a chave para acordar na manhã seguinte com disposição e preparado para o que o dia lhe reserva.

Eu sempre tive facilidade pra dormir, mas agora durante a gravidez tenho tido alguns episódios de insônia. Acordo pra ir ao banheiro ou pra tomar água e depois quem disse que durmo novamente? Pensando nessa dificuldade, o blog selecionou algumas dicas para quem quer dormir melhor e acordar melhor ainda ;)

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