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Checklist para viagem com bebê

Oi :) Tudo bem com vocês? Quem me acompanha no Instagram viu que voltei de mais uma viagem, dessa vez pra Califórnia e mais uma vez levamos o Valentin junto com a gente. Ele está com 10 meses e meio e vou ter que confessar, não foi fácil.

Ele é um bebê saudável e por isso bem ativo, como todo bebê deve ser, diga-se de passagem. Por isso e por tudo que envolve viajar com um bebê você tem que estar bem disposta porque descansar não vai ser o objetivo da viagem! E como além do mais, eu estou grávida, as coisas ficaram um pouco mais complicadas porque não pude ajudar a carregar malas, não conseguia ficar segurando ele por muito tempo, enfim, o papai ficou um pouco sobrecarregado.

Mas uma coisa é fato. Quanto menos coisas a gente conseguir levar, mais tranquila vai ser a viagem. O porém é que com bebê, viajar leve é praticamente impossível!

Pensando nisso, fiz esse checklist. Em cada categoria explico o porquê é ou não necessário, dependendo do tipo de viagem. Espero que seja útil :)

  • Roupas e acessórios:

Primeira coisa é verificar qual vai ser o clima que estará no destino. Depois disso, separo as roupas por categorias: pijamas, meias, calças, bodies de manga comprida, bodies de manga curta, camisetas de manga comprida, camisetas de manga curta, moletom (sempre é bom levar pelo menos um, caso esfrie), jaqueta mais quentinha (se estiver frio).

Sobre a quantidade: Conto mais ou menos 6 itens de cada – pensando se tem a possibilidade de lavar roupa no destino. Se não vai lavar, separe um pouco mais, dependendo de quantos dias vai ficar fora.

Fraldas: Faço uma conta de mais ou menos 6 trocas por dia. Sempre sobra bastante fralda.

Sapatos: Valentin ainda não caminha, então levo 1 tênis e 1 pantufa para ficar em casa.

Paninhos de boca: Levo 1 por dia. Valentin tá numa fase que baba bastante (começaram a nascer os dentinhos) e ajuda quando estamos dando comida e não tem guardanapo ou papel toalha por perto. Ah, uma dica. Quando chegamos no destino, sempre paramos numa farmácia e compramos rolo de papel toalha pra limpar bagunça e detergente para lavar as mamadeiras.

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Viajando (de avião) com bebê: o voo, hospedagem, alimentação, rotina

Cá estou eu. Depois de duas semanas intensas de férias, grávida, com um bebê de 8 meses e meio e um marido doentinho – consequência de um voo de volta cancelado e quase 2 dias sem dormir direito. Não há imunidade que resista. E como prometi que faria um post sobre viagem com bebês, resolvi começá-lo assim: de maneira bem realista.

Já estamos na nossa segunda viagem internacional com o Valentin. A primeira foi para Portugal, quando ele estava completando 5 meses e agora fomos para o Sul dos Estados Unidos no dia em que ele completou 8 meses. Bebê de sorte. Em menos de 1 ano, dois carimbos no passaporte!

Valentin, feliz entre os carvalhos, em Savannah, na Georgia (fevereiro de 2017)

Desde que engravidei sabia que continuaríamos viajando, e com ele. Fomos bem ousados, digamos assim. Quando estava com 5 meses de gravidez compramos uma passagem para Portugal para quando ele estive numa fase – que imaginávamos ser boa pra viajar com ele. E realmente foi. Aliás, foi bem mais fácil do que esta, com 8 meses – já engatinhando e comendo comidas salgadas.

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Minha nova rotina com um bebê

É certo que a rotina de qualquer mulher muda depois da chegada de um bebê. São tantas novidades que temos que dar tempo ao tempo pra tudo começar a entrar nos eixos novamente. O início não é nada fácil e pra quem já tinha uma rotina (e gostava dela rs!) é difícil se adaptar a uma nova vida sem saber a que horas vai acordar – e pior, se vai dormir à noite!

Valentin já está com 11 semanas e hoje, depois de vários percalços no caminho, consigo entender melhor a nossa rotina e assim ficar mais segura. Hoje já tenho até horário fixo para fazer as unhas, olha só que evolução! ;)

Agosto foi um mês de tentativas (de erros e de acertos) aqui em casa. Minha cabeça ficou 100% nele, afinal ele estava precisando 100% de mim. Depois de mais de um mês só amamentando no peito comecei a notar uma mudança no sono dele, sem contar que ele andava cada vez mais chorão. Ele não era assim. Dava mama e na hora de arrotar, ele acabava vomitando. E depois disso, começava a chorar. O que me levou a pensar que ele estava com refluxo e que o vômito que voltava, queimava no caminho. Depois de muita insistência minha (não aguentava ver ele chorando daquele jeito) o pediatra receitou dois medicamentos: Motilium (para conter os vômitos) e Label (para a azia, queimação). Resultado: os vômitos melhoraram, mas a inquietude e os choros, não. A gota d’água foi na semana passada, que ele não dormia de jeito nenhum e chorava sem parar! Fiquei com ele no peito o tempo inteiro, pensando que ele pudesse estar sentindo alguma dor. Foi aí que meu marido, vendo o meu desespero no final do dia, sugeriu que a gente tentasse dar uma mamadeira, que talvez meu leite não estivesse sendo suficiente pra ele. Fiquei triste, mas no desespero, dei. Gente, o coitadinho tomou tudo numa força! E depois, dormiu como um anjinho. O que nos levou a entender que ele tinha fome! Não gosto nem de pensar nisso, mas agora já me sinto melhor até pra compartilhar isso com vocês aqui. Superei, sabe? O engraçado é que só com o peito ele ganhou bastante peso no último mês: 1,200kg. Mas pelo visto ele é gulosinho e só o mama da mamãe não enche a barriguinha dele rs!
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Prioridades e minimalismo

Que a rotina da maioria das pessoas hoje é bem intensa todo mundo concorda, não é mesmo? Quem nunca perguntou para um amigo como anda a vida e recebeu um “cê sabe, uma correria…” como resposta? Acho que todo mundo.

E além do trabalho, que demanda um tempo bastante significativo na vida de qualquer um, ainda temos que dar atenção à família, à saúde, aos amigos, a nossa espiritualidade… Ou seja, tudo o que faz parte da vida da gente deve ter um espacinho guardado durante a semana, ou o mês que seja, pra não ficarmos em falta. E é aí que entram as nossas prioridades.

O que de fato queremos que esteja sempre presente na nossa rotina? O que nos faz falta?

Seria ótimo se de tempos em tempos fizéssemos essas perguntas para assim analisar se podemos ou não cortar coisas que não fazem mais sentido estarem na nossa vida. Dessa forma, temos a chance de liberar espaço para aquilo que nos faz bem. Por isso é tão importante definir as nossas prioridades. Aquilo que queremos dar mais atenção naquele momento.

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Minimalismo – ou a falta dele – na chegada de um bebê

A movimentação – e a ansiedade – aqui em casa anda grande devido aos ajustes finais para a chegada do Valentin. Ter um bebê demanda tempo, dinheiro e muitas mudanças acontecem antes mesmo dele nascer, isso é certo.

Hoje, por exemplo, enquanto escrevo esse texto, o pessoal da marcenaria está montando os móveis do mezanino, onde criamos um quarto extra, de visitas, com armários e gavetões para desafogar o que tinha no guarda-roupa já existente no quartinho dele. Uma das regras fundamentais da organização é cada coisa ter seu lugar, então vamos criar espaço pra tudo, e aquilo que sobrar ou não fizer mais sentido estar ali, quero mandar embora!

Reformas e mudanças em geral são positivas justamente porque a gente “remexe” o que tem e encontra coisas que nem sabia que existiam. E se você nem sabia que existia provavelmente não estava sentindo falta, não é mesmo? Portanto não faz sentido guardar e ocupar espaço, que é tão restrito nos dias de hoje. Sem falar no tempo que gastamos com elas, principalmente para limpeza.

Esse final de semana minha mãe lavou as roupinhas do Valentin e já guardei grande parte na cômoda. E por mais que eu não tenha comprado muita coisa, fiquei impressionada com a quantidade de roupas que ele já tem! A gente acaba só tendo noção mesmo quando coloca tudo junto e como estávamos guardando em lugares separados, não tinha essa noção.

Ele ganhou bastante coisa e outro tanto veio da família e de amigas que já tem bebês. Minimalismo passou longe. Mas como sou inexperiente nessa área – mãe de primeira viagem tem que ter um desconto, vai! – fico insegura com a quantidade de peças que dizem ser necessárias para um bebê. Nessa hora é inevitável pensar como um ser tão pequenininho precisa de tantas coisas! Na verdade mesmo, ele não precisa, né? Somos nós que inventamos tantas “necessidades”.

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A importância de estabelecer metas

“Estabelecer metas leva você de um estado de vítima para o controle da sua vida”. Quem disse isso foi Joseph O’ Connor, romancista irlandês que sabia das coisas. E não tem época mais propícia para falar sobre metas quanto agora, no início do ano. É inevitável não ter uma sensação de recomeço quando um ano inicia, não é verdade?

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Sobre viajar leve

Estou longe de viajar só com uma mochila, mas analisando as outras pessoas nas filas do check in posso dizer que viajo mais leve que muita gente. Principalmente dos brasileiros voltando de Miami ;) Mas não quero aqui criticar quem viaja com 2 malas enormes, mas falar sobre os benefícios de viajar levando pouca coisa e encorajar quem quer fazer o mesmo.

Tenho gostado muito de viajar com menos. Isso porque não gasto tanto tempo arrumando e desarrumando mala. É tudo muito simples. Quando a mala fica bagunçada não levo mais de 5 minutos pra deixar tudo em ordem. Todas as minhas roupas combinam entre si então também não perco tempo decidindo o que vestir quando já estou no destino. Tenho mais tempo para aproveitar de verdade a viagem, sabe? E cada vez mais quero levar menos coisas. Acho que isso vicia ;)

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Minimalismo Organização

Como simplifiquei minha rotina de beleza

Depois das roupas, o próximo setor que resolvi simplificar na minha vida foram os produtos de beleza. Afinal, que mulher não ama um shampoo e um creminho, né. E eu não sou diferente. Quando ia viajar, as principais compras eram de beleza. Um novo batom, uma nova máscara, aquele lançamento revolucionário para rugas, uma nova cor de esmalte da marca preferida. A lista era imensa. O resultado disso foi uma gaveta inteira cheinha de produtos novos, outra gaveta com maquiagens e uma bancada do banheiro cada vez mais entupida.

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